
Finalmente chego na rua principal que da acesso ao meu endereço.As fotos mais uma vez estão em ordem errada.Mas enfim, assim é a vida, nem sempre fazemos as coisas conforme o estabelecido pela Comunidade Geral, principalmente eu, que adoro uma
contra versão de tudo....

Depois da feira, logo ali na rua
próxima ao Mercado Municipal, o cachorrinho e sua dona(que se escondeu da minha lente), estavam na janela curtindo os passantes que voltavam para casa depois de mais um dia de labuta ou de qualquer outra coisa, como eu que vinha da Universidade...

A feirante quebra uma castanha do Pará, tentando nos convencer a comprar; disse ela que a castanha veio aqui da
Bahia mesmo, mas sei que é uma
árvore imensa la da região
amazónica e
muito explorada comercialmente pelo povo do Maranhão; a laranja e o abacate
também estavam deliciosos....

Meus colegas hoje, depois da aula de HISTORIA(metodologia e teoria da) resolveram ir a feira livre, comprar legumes para fazer uma sopa.

no meio da feira o que existe são imagens que me
atraem o olhar.Aqui uma garrafa
pet toda colorida do azeite de
dendê nos da um colorido mais bonito do que seja um deposito usado e descartado pelo homem, ou mulher, tanto faz na hora do ato de desprezar.
9 comentários:
adorei as fotos, mas a do cachorrinho na janela é a minha preferida. beijos, pedrita
*
como eu gosto,
de voltar a este pombal !
,
parabens,
,
conchinhas, deixo,
,
*
Pedrita eu tambem, adoro estas iamagens que as janelas cachoeiranas me proporcionam ao olhar.
Poetasou,
seja sempre bem vindo, pombal faz jus ao nome....
Amiga Tamar
Que delícia ouví-la dizer: " Depois das aulas"..." Depois das aulas é uma hora muito especial; um tempo feito de vida...Tenho muita saudade do tempo qem que podia falar assim...
Postagem magnífica, que me fez viajar no tempo e no espaço... mental.
Parabéns, querida!
Um abraço
Belas fotografias neste pombal...Espectacular....
Beijos
Zelia,
que bom que as boas recordações estão sempre vivas!
Fernando,
aqui no pombal o olho kaolho
esta sempre em alerta maxima!
Isso mesmo, Tamar: sempre vivas!!! Sempre...
Um abraço...
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