sábado, 15 de janeiro de 2011

A Cidade da Cachoeira baiana.

Esta é uma imagem de Cachoeira; andando pelas ruas a gente vai descobrindo novos olhares, as vezes lugares que nem nos damos conta da beleza casual.A cidade, de forma geral quando a habitamos , nos foge o cotidiano e quando o tempo passa é que vamos formando quadros na memoria dos lugares por onde andamos; sempre é muito difícil viver o presente.Mas quando vamos para outra cidade que não é a nossa temos a tendência de não deixar nada escapar ao olhar. Qual é o mistério?

5 comentários:

Luís Coelho disse...

Existem nesta foto uns verdes fora do vulgar e que contrastam com o fundo da fotografia.

Pedrita disse...

que lindo! beijos, pedrita

Zélia Guardiano disse...

Realmente, minha querida Tamar!
quando estamos em nossa cidade, nada nos convence de sua beleza...
Outro dia, quando eu caminhava por um parque daqui, encontrei jovens forasteiros encantados com o recinto. Até assustei-me! Nossa-pensei-será mesmo, tudo isso?
Vai ver que era...
Grande abraço, amiga!

Zélia Guardiano disse...

Li sua resposta lá.
Então,Tamar, isso é que eu admiro em você(entre outras coisas, naturalmente). Essa facilidade, esse desapego, essa descomplicação de vida.
Tenho acompanhado a sua trajetória aí pela Bahía, neste nosso tempo de amizade e, sempre, fico encantada com sua leveza, quando decide "levantar acampamento"...
Eu, diferentemente, sou amarrada aqui...
Quantas vezes lhe falei, em carta, que desejava mudar-me para o litoral... Fui?
É bem verdade que já fiz 66anos, e isso me amarra um pouco, mas...
Abraço, amiga!

Zélia Guardiano disse...

Ótimo, Tamar!
Ótimo!
A isso eu chamo VIDA, assim, com letra maiúscula!
Que fincar o pé, nada...
Viva como tem vivido!
Sua maneira de viver é exemplar, penso eu: Livre como um pássaro!
Bravo!!!
Abraço forte, amiga!