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sábado, 7 de dezembro de 2013

Viagem

Pela primeira vez em tantos anos viajei sem carregar equipamento fotográfico. E foi difícil. Principalmente quando me deparo com a seguinte imagem:  um gatinho todo branquinho embaixo de um carro estacionado próximo a avenida Sete em Salvador, comendo uma casca de manga amarela! Que cena!
A viagem foi para colar grau. No bacharelado em Museologia. Pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Cerimônia chata, careta, brega e com muito calor do tempo solar. Parecia que eu estava numa fornalha igual uma massa de pão indo pro forno assar. Fazia tempos que eu me sentia dentro de uma coisa cafona! Ainda bem que eu não levei máquina fotográfica!
Mas senti falta da máquina durante a viagem de ônibus! Pois muitas cenas surrealistas e hiper interessantes passaram pelos olhos em todas as paradas que o bus fez entre Salvador e Recife. Mas um grupo de treze mulheres baianas, bizarras sem dúvida, teria sido perfeito se pudesse te-las fotografado. Desde que saímos da cidade de Salvador ( as 19:10 hs) até chegar em Recife (9:30 hs), elas não paravam de falar e comer! 15 horas falando e comendo! Foi bizarro!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Discussão acirrada em Cachoeira/ feminismo é uma balela!



Duas cenas que deixam a desejar eu vi / vivi em Cachoeira no Domingo, dia da festa de Iemanjá/Oxum, ou seja 02 de Fevereiro. A primeira foi a seguinte: eu estava em um pseudo super mercado da cidade comprando laranjas, quando de repente eu percebi um homem enorme recostado no tabuleiro das batatas, aipins, inhames. Então foi quando passou uma funcionária do estabelecimento com um rodo e pano de chão, inclinada, bunda pra cima limpando o chão.Ela estava na dela, tranquila, quando o energúmeno saiu com isso: "muito bem querida, é assim que eu gosto de ver"! Ai que nojo que eu fiquei, e disse em voz ai AI QUE NOJO! E sai dali depois de pagar as minhas frutas, bufando de raiva.
Logo mais, antes de começar a festa das Orixás Iemanjá e Oxum sentei com algumas pessoas na praça à beira do Rio Paraguaçu. Tinha quatro homens e três mulheres na roda de papo. Foi então que surgiu uma discussão acirrada se o Hansen, alemão que serviu na marinha nazista entre 1936/1945,e que se escondeu aqui na Bahia (exatamente em São Félix, cidade colada a Cachoeira) de 1955 até a sua morte, em 1978 era nazista ou não. OK. Qualquer um pode levantar um debate. Acontece que tinha um sujeito cuja origem diz que é francesa, me mandou calar a boca! Ai foi que pegou fogo a coisa. O tal sujeito falou um monte de impropérios. E é ai que eu fiquei indignada com a omissão de uma professora da UFRB, (era uma das três mulheres) que vive defendendo gênero e feminismo e sequer  disse uma palavra qualquer que fosse para amenizar a agressão do tal sujeito a minha pessoa. Quando digo a ela que eu não acredito em feminismos, me chama de machista!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Cachoeira do Recôncavo da Bahia e a Intolerância

Eis o motivo de tanta beligerância aqui entre as minhas vizinhas; tanto a vizinha da da esquerda quanto a vizinha da direita, o ódio natural ao meu Gato, o famoso Claude Levi-Strauss; este ódio  é a ordem do dia. O gato que foi castrado desde adolescente e que não perdeu a libido e dá a bunda dele para todos os machos da rua, gatos que vivem assanhados atrás de um buraquinho para penetrar? O que eu posso fazer? Costurar o feofó dele? Sacrificar a vida do gato porque as gentes desta cidade não gostam dos animais, das árvores e das flores?
Sinuca de bico é onde me encontro atualmente. Porque mudar de casa está fora de cogitação dada a verdadeira especulação imobiliária que  a UFRB provoca nesta região desde a sua implantação.
Continuar ignorando os olhares maldosos destilando veneno é a única saída no momento.