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sábado, 7 de dezembro de 2013

Viagem

Pela primeira vez em tantos anos viajei sem carregar equipamento fotográfico. E foi difícil. Principalmente quando me deparo com a seguinte imagem:  um gatinho todo branquinho embaixo de um carro estacionado próximo a avenida Sete em Salvador, comendo uma casca de manga amarela! Que cena!
A viagem foi para colar grau. No bacharelado em Museologia. Pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Cerimônia chata, careta, brega e com muito calor do tempo solar. Parecia que eu estava numa fornalha igual uma massa de pão indo pro forno assar. Fazia tempos que eu me sentia dentro de uma coisa cafona! Ainda bem que eu não levei máquina fotográfica!
Mas senti falta da máquina durante a viagem de ônibus! Pois muitas cenas surrealistas e hiper interessantes passaram pelos olhos em todas as paradas que o bus fez entre Salvador e Recife. Mas um grupo de treze mulheres baianas, bizarras sem dúvida, teria sido perfeito se pudesse te-las fotografado. Desde que saímos da cidade de Salvador ( as 19:10 hs) até chegar em Recife (9:30 hs), elas não paravam de falar e comer! 15 horas falando e comendo! Foi bizarro!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

INCOMODO EM CACHOEIRA



Acabo de saber por uma fonte fidedigna que algumas pessoas da cidade da Cachoeira baiana, no Recôncavo estão altamente incomodadas da UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA, aceitar estudantes "de fora" e o pior estudantes acima de 30 anos! HAHAHAHAHHAHAHAHA! O povo gosta mesmo é de permanecer na ignorância, pois ela amortece a realidade e faz com que o sono seja eterno. Em 2009 quando cheguei na cidade tive o seguinte diálogo com uma vizinha da rua aonde morava ( que nem sei quem é, o nome dela e se eu encontrá-la na rua novamente com certeza não vou identifica-la) :
A mulher: - " a Sra. é professora da universidade?"
Eu:           - " Não senhora, sou estudante."
A mulher: - " Aqui em Cachoeira uma pessoa da sua idade está ajudando a criar
os netos."
Eu:          -" Pois é, eu até já dei uma força a minha neta, que graças a D' us não precisa de ninguém além dos próprios pais para cuidarem dela. E eu estou aqui fazendo Museologia que com certeza a Sra. nem sabe o que seja."
A mulher foi embora e nunca mais me abordou na rua , até eu me mudar. 
Qualidade de vida até pode ter nas cidades dos interiores, mas lidar com a mentalidade dos habitantes é muito difícil; talvez se perder na multidão das grandes cidades seja bem melhor!