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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

eu e os meus gatos....

foto de uma pobre lagartixinha que a Hannah matou...



 Claro que eu adoro ter meus gatos. Gosto de dar comida, água fresca e filtrada. Gosto de vê-los correndo e brincando, mas gosto mais ainda quando estão dormindo em poses que somente eles sabem fazer! Cada um dos três se situa de forma diferente, embora todos felinos. A gata Dinah, nome inspirado na gata de Alice, dos país das maravilhas, está completando dez anos e vive mais para o dormir. Come pouco, não é de muitas brincadeiras, está sempre na dela e sentiu muito quando o meu pai deixou o corpo; ela ficou miando na casa a sua procura e depois passou um período se escondendo nas bugigangas da garagem. Superou a ausência dele através do apego do meu sobrinho Leon, que veio morar na casa após o falecimento do meu pai. 
 O gato Claude Levi-Strauss, que nasceu em Cachoeira, portanto baiano, tem o nome inspirado no grande antropólogo francês de quem eu sou tiete. O Levi-Strauss não gosta muito do convívio com pessoas desconhecidas e sofreu barbaridades para se adaptar a Recife e as pessoas da casa. Não gosta muito de brincar com gente. É super apegado a mim, as vezes ate parece um cachorrinho de tão colado que fica na minha pessoa. Adora se estirar para dormir nos meus pés quando eu estou bordando! 
 Ai veio a gatinha Hannah Arendeth, minha jabuticaba branca. O Leon é maluco por ela. E ela adora ele. Brincam muito. Pula, corre, se esconde. Mas ela é uma caçadora voraz. Não pode ver nenhuma lagartixa viva e correndo! Ela e o Claude Levi-Strauss matam todas. E disso eu não gosto. Porque eu amo as lagartixas!

sábado, 7 de dezembro de 2013

Viagem

Pela primeira vez em tantos anos viajei sem carregar equipamento fotográfico. E foi difícil. Principalmente quando me deparo com a seguinte imagem:  um gatinho todo branquinho embaixo de um carro estacionado próximo a avenida Sete em Salvador, comendo uma casca de manga amarela! Que cena!
A viagem foi para colar grau. No bacharelado em Museologia. Pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Cerimônia chata, careta, brega e com muito calor do tempo solar. Parecia que eu estava numa fornalha igual uma massa de pão indo pro forno assar. Fazia tempos que eu me sentia dentro de uma coisa cafona! Ainda bem que eu não levei máquina fotográfica!
Mas senti falta da máquina durante a viagem de ônibus! Pois muitas cenas surrealistas e hiper interessantes passaram pelos olhos em todas as paradas que o bus fez entre Salvador e Recife. Mas um grupo de treze mulheres baianas, bizarras sem dúvida, teria sido perfeito se pudesse te-las fotografado. Desde que saímos da cidade de Salvador ( as 19:10 hs) até chegar em Recife (9:30 hs), elas não paravam de falar e comer! 15 horas falando e comendo! Foi bizarro!